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Arquivo para a categoria ‘Especiais’

[Lunar Knights 4]

Depois de todo o “padê” que ocorreu no reencontro dos cavaleiros, eles precisavam de um tempo para conversar, para repor as ideias, lembrar dos bons tempos. Os dois se iriam em um bar da cidade para conversar. Acontece que o cavaleiro solar não compareceu a solicitação para se juntar a um grupo que ia caçar carne de dragão, deixando o amigo de mãos abanando a beber quinhentos copos de chopp naquele bar.

O cavaleiro solar ficou triste quando, de noite, pensou no que havia feito. Perguntou-se como seria a vida dali pra frente. Na verdade, ele não tinha com o que se preocupar, exceto o amigo que ele praticamente deixara. E ficou vagando pelos absolutos de sua mente, relembrando daqueles velhos tempos em que tudo era mais fácil. Quando ele saía nas ruas dos vilarejos para duelar com seus amigos com aquelas estacas de madeira. Lembrou de estar correndo pelos campos verdes em uma primavera, dizendo que estava voando, que podia voar. De fato, ele sempre quis mesmo voar. Mas nada de tecnológico, avião, essas coisas (primeiro porque não se imaginava uma coisas dessas naquela época. rs) .. queria voar mesmo, e desbravar todo o mundo. Lembrou-se de quando sua mãe ficava ao seu lado, fazendo-o dormir, ou quando tentava-o acalmar, dizendo as palavras mais doce possíveis. E aquele sentimento nostálgico tomava conta de seus pensamentos. Eram anos incríveis de sua vida feliz.

Achava que tudo era bom demais, e que seu mundo hoje estava muito mais complicado. Mas por que tinha que ser assim? Por que ele não podia viver ao máximo sua vida, aproveitar tudo o que pudesse, para poder, no futuro, se lembrar dessa época como “feliz”? Na verdade, ele até podia.. mas como? Jogar tudo pro ar e esperar que as coisas se encaixem em seus devidos lugares é loucura, coisa que ele não faria. Viver esse estilo de vida era impossível para alguém como ele, que preza a excelência. Mas seria impossível então conciliar tudo numa boa? Eram tantos questionamentos, tantas dúvidas e incertezas..

E ele ficou em sua cama, até adormecer.

//Post bem “himself”

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[Jogos Mortais]

30/11/2009 1 comentário

Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009, 20h57

Eu tive esse sonho na noite do dia 28 para o dia 29 de Novembro, e demorei um pouco para organizar corretamente as informações. Fiquei – e ainda estou – relembrando tudo que eu posso desse sonho, para poder pegar todos os detalhes possíveis. Claro que nem tudo o que está escrito aqui foi sonhado, mas não custa nada dar um empurrãozinho pra história ficar mais lógica, né? rs

Quando acordei, estava tudo muito escuro e silencioso. Ouvia apenas o cair de algumas gotas atrás de mim. Nossa, eu estava amarrado também. Tentei me libertar, mas não adiantava, o barulho que as correntes faziam quando batiam do metal era estrondoso. Foi quando eu vi uma luz, bem na minha frente. Um feixe, na verdade, que ia aumentando gradativamente, conforme a porta se abria. A luz revelava o ambiente em que em estava: um quarto totalmente abandonado, provavelmente de uma casa bem antiga, que sobrevivera aos anos. As gotas saíam do teto, perto da parede, que estava com uma infiltração enorme.

Naquele feixe de luz apareceram dois vultos. O primeiro, bem alto, impedia o segundo a passar pela porta. Quando meus olhos conseguiram diferenciar as formas, eu vi um homem e uma mulher, esta tremendo de medo, talvez. O homem rapidamente pegou uma chave e abriu o cadeado que prendia a corrente. Disse para irmos. Ao passarmos pela porta, o cenário todo mudou. Não parecíamos mais estar em uma casa antiga. Agora, o brilho dos castiçais sobre nossa cabeças revelava uma linda sala de jantar, com todos aqueles enfeites dignos de uma família real. Eu vi uma outra porta: de mogno esculpido, e parecia a única outra saída de lá.

A mulher me perguntou se eu estava bem. Instintivamente respondi que sim, mas nem olhara direito ao meu corpo, nem verificara qualquer machucado ou arranhão. O homem me disse para tomar cuidado, porque nem ele sabia o que estava acontecendo. Me disse que se chamava Davi, e se lembrava de estar voltando para casa por um beco e ter acordado aqui. A mulher, Miranda, disse que se lembrava de ter dado boa noite a seus filhos, deitado em sua cama e acordado também neste lugar. Eu simplesmente não me lembrava de nada. Perguntei se havia mais pessoas. Eles disseram que não sabiam.

Então, eu ouvi batidos vindo daquela porta de mogno. Davi disse não ter conseguido abrir a porta e me perguntou se eu tinha alguma chave comigo, porque a que abrira minhas correntes estava em seu bolso. Realmente, eu tinha uma chave no bolso da frente. Aproximei-me da porta, coloquei a chave e girei a fechadura. Um outro homem, com uma máscara sombria cobrindo o rosto, chutava o ar, uma vez que seus braços estavam presos na parede do estreito corredor. Tirei a máscara, e os panos que tampavam sua boca. O homem, visivelmente forte, pediu para que tirássemos ele dali, pois não podia mais sentir seus membros.

Não escrevi tudo o que me lembro, ainda faltam muitos detalhes e mistérios que nem eu sei a resposta. Em breve postarei uma continuação.

22h42

CategoriasEspeciais

Wave

15/11/2009 1 comentário

Domingo, 15 de Novembro de 2009, 15h13

Wave. Google Wave. Um novo conceito de comunicação via web. Uma mescla de twitter, MSN, facebook, gmail, e todos os outros aplicativos que você já viu. Tudo contido em uma página que, como a inicial do Google, é simples, rápida e eficiente. Praticamente todo o código é aberto, principalmente as APIs de desenvolvimento. Em Maio deste ano, ele foi aberto para os caras fodões que testam tudo primeiro. Ontem, eu recebi um convite; direto do Google. Claro, eu havia previamente me inscrito na página para receber este convite, e não fiquei no twitter pedindo um, ou entrando em qualquer site e digitando minhas credenciais (ou colando códigos javascript na minha barra de endereços.. hseuhsueh). Claro que não.

Mandei dois convites: um pro Andrey (^), e um pro meu tio, que gosta dessas novas tecnologias e artefatos do Google. Apesar que faz tempo que não vejo ele no MSN, Orkut. Aliás, faz tempo que não vejo ele! :o

Hoje em dia, com a computação em nuvem, o números de aplicativos voltados a web estão aumentando em uma proporção incrível. Eu mesmo vou ter que parar de programar em C# em partir pra uma linguagem web (que não será ASP.NET – nunca!). Talvez um PHP, Ajax, ou qualquer coisa parecida, mas que seja fácil de hospedar e contribuir. Voltando ao Wave, algumas coisas me chamaram a atenção. Todo aquele sistema é colaborativo. Claro, você pode muito bem criar uma onda e ficar escrevendo sozinho nela. Mas qual seria a graça? Uma anotação, um recado, talvez. Mas esse não é o ponto. O colaborar é importante. Tanto que você visualiza o que a outra pessoa está digitando antes que ela aperte enter. Tanto que os aplicativos voltados a essa tecnologia são multiplayer. Até o sudoku é multiplayer! :D

Eu sou um usuário Google. Tudo que tenha algum aplicativo do Google como alternativa, eu escolho (menos o navegador. Google Chrome é muito bom, mas não é possível ganhar em tudo. Firefox rulez!).

Ainda estou testando todas as funções, e gostei bastante. Mas nem tudo é perfeito. Algumas coisas importantes inexistem (como piscar a janela quando chega um ping, ou abrir mais de uma wave ao mesmo tempo..), mas ainda funciona muito bem. Pretendo usá-lo em algum projeto futuro, quem sabe?

15h32

[Lunar Knights 2]

Quinta-feira, 12 de Novembro de 2009, 23h13

O cavaleiro solar ainda estava no topo da montanha quando o sol apareceu no horizonte. Ele ficara ali a noite toda, mas agradeceu por ter sido apenas uma noite, e não o apocalipse. As nuvens negras haviam sumido, e o céu alaranjado refletia no lago, ao lado de uma grande macieira. Agora ele podia ver o caminho de volta, em pedras arranjadas em um padrão. Cansado, esperou qualquer coisa que fosse, ao pé da macieira. Cochilou. Estava pensando no futuro, seus amigos, a princesa.

Parecia que as nuvens negras traziam a infelicidade. Na noite anterior, ele estava triste. A princesa tinha discutido com seu companheiro de batalhas, o cavaleiro indiegena. Perseguido pela corte real, ele teve de abandonar o reino. Agora, vagava pelo mundo a fora. O cavaleiro solar queria notícias, precisava saber como o amigo estava.

Acordou assustado. Tivera uma ideia: falaria com a princesa, perguntaria qual o problema dos dois; tentaria resolver. Pegou seu cavalo branco e partiu em direção ao castelo. No caminho, vira grandes campos e pastagens. Animais silvestres caçando e doninhas alimentando seus filhotes. Tudo estava muito lindo, tudo era pra ser assim.

Encontrou a princesa chateada no jardim do castelo. Algo estava errado. Descobriu que o cavaleiro indiegena havia enviado uma carta com ofensas, a uma semana atrás. Uma semana? Sim, o cavaleiro solar dormira por uma semana ao pé daquela macieira.
Tentou consolar a princesa. Mas ela já havia sido consolada. Ela pulou em seus braços, abraçou bem forte.. em seguida, o beijou.

23h51

CategoriasEspeciais, Vida

Expo

Quarta-feira, 04 de Novembro de 2009, 21h55

Esse foi um dos dias que você olha, percebe que passou, e quer que se repita mais vezes. Um dia em que o peso que você vem carregando nas costas é jogado no chão, ou se dissipa totalmente e torna-se algo engrandecedor. E esse dia não começou como outro dia qualquer, quando me levantei as seis da manhã; mas sim no MSN, a partir da meia noite, quando o chat do eHug bombou. O resultado disso? Incontáveis prints e um histórico maravilhoso a ser guardado.

Acordei as seis horas, depois de dormir três horas e meia. Rosto meio “Cullen” (olheiras), e bravo por meu celular não ter tocado meia hora antes, para eu semi-acordar. Indo pra escola, precisando de música, carro sem rádio. Na escola, percebi que não éramos o único grupo com olheiras, mas pelo menos já tínhamos concordado que éramos o grupo mais reunido e dedicado – com as brigas de sempre, claro -. Primeira aula, português. Logo no começo, sem um motivo aparente, mostrei a pasta de nosso projeto a professora Leila. Ao olhar os nomes na capa, ela diz: “Olha, a fina casta da sala reunida.”. Algo animador assim, no começo do dia, é maravilhoso!

Não queria fazer algo, então acompanhei a apostila por cima e fiquei em estado vegetativo. No final da aula, fiquei conversando com o Andrey sobre o trabalho. Aula do Dimas. Antes eu ficava tenso, no Domingo, por Segunda ter aula de inglês. Agora fico tenso praticamente todos os dias por ter aula de matemática. Nossa, como a aula está chata! Nada diferente, quer dizer.. “a aula está igual; mas diferente!” (u_u). Acabei que não dormi em aula alguma e ainda estava com sono. Último período, filosofia. A professora explica exatamente o que eu e o Wendel já havíamos discutido um tempo atrás. Incrível, praticamente as mesmas palavras. Artes, agora sim, dormi.

No almoço, uma onde de tensão se alastrava pelo grupo. Gabi achando que a professora ia pegar uma metralhadora e pra cada tiro que acertasse, seria uma pergunta. Bruno não sabia o que fazer, então momentos antes da apresentação senta-se no palco e fica brunando. Andrey querendo saber especificamente o que o servidor faz. Luciano.. ele estava calmo :)

E assim, os jogos começaram. Seríamos o primeiro grupo, então ficamos com a parte de montar os computadores que foram usados na apresentação. Depois que tudo estava instalado e configurado, percebemos que o microfone não estava funcionando. Ficamos bravos, mas passamos nosso projeto para um segundo momento; e o Luciano correndo para o pavilhão de eletrônica a fim de soldar aqueles fiozinhos minúsculos. O grupo “Manage” do Cristian começa a copiar seu programa e configurá-lo. Rede não iniciada, IP mal-configurado, computador reiniciado.. no final das contas, pegamos o microfone do Daniel da Info B e começamos a apresentar.

Realmente não gostei. Todo o programa funcionou, sem erro algum (sem considerar quando a webcam não estava instalada no computador principal, mas isso não era culpa do programa), mas senti que faltou algo.. AINDA ASSIM, foi uma ótima apresentação! Me senti muito bem quando todos começaram a aplaudir, senti que aqueles foram aplausos verdadeiros; e não consegui perceber os mesmos aplausos nas apresentações dos outros grupos.

Mas vejam, tinha a maior quantidade de alunos possível, e impressionamos o pessoal do toddy com nossa apresentação, ou seja, engrandecemos nosso curso. Isso deixa uma sensação ótima de dever cumprido, apesar de insatisfeitos com a pequeníssima mostra do nosso projeto, queremos mais.
Nosso trabalho foi uma caixinha de surpresas. Todos os outros projetos foram terminados (ou não); e o nosso EVOLUIU, junto com nossos conhecimento e aptidões.

- Andrey.

E realmente foi. Outros trabalhos ficaram realmente bons, mesmo que a apresentação não tenha sido lá essas coisas. Não porque o grupo apresentou mal, mas porque o trabalho deles era chato mesmo :( . Mas os programas ficaram bons. O Manage e o Bills2Pay, do Cristian e da Bia, respectivamente. Quer dizer, o Bills2Pay foi a Juh quem fez, tudo sozinha: a pasta, o BD, o programa e o layout (y) [/ironia. Parabéns a todos! Mas ainda quero uma expo lá no ginásio! :D

Obrigado.
@andreysantossjc, @brunoferlopes, @goopgop, @kiniroi

22h33

Há cinco minutos atrás, recebo uma mensagem: “Amor, olha a lua.”. Quando olhei aquela maravilhosa lua cheia laranja, fazendo um contorno luminoso nas nuvens prateadas do céu de hoje, tive vontade de chorar. Mas um choro de alegria, de emoção, de bem-estar. :) =* Biih // CÉU LINDO DEMAIS! :D

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